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Comandante José Américo C. Medeiros lança seu blog, exaltando a GEOcomunidade.

O famoso e honrado "JA" da GEOcomunidade acaba de lançar o seu blog na internet. E apesar do pouco tempo em que está disponibilizado na rede - a menos de uma semana - já atingiu a importante marca de mais de 1000 (mil) visitas, evidenciando o grande interesse pelo assunto que ali é abordado.

É com muita honra que lá constatamos a declarada simpatia de José Américo pela GEOcomunidade, o que, penhoradamente, agradecemos de coração. Eis o trecho onde o prezado comandante faz seu simpático comentário, exaltando, entre outros espaços cibernéticos de sua predileção, a GEOcomunidade:

"O ínicio foi em 2007 - Comunidades Ufológicas No ano de 2007 tive o primeiro contato com as comunidades ufológicas do Orkut, e foi como se um convite viesse impresso em minha cabeça: tornar públicas minhas experiências com esse fenômeno misterioso e fantástico. A primeira comunidade a receber as minhas memórias foi o CUB - Centro de Ufologia Brasileiro - do Ufólogo Milton Dino, e logo me instalei em outra, que será sempre de boa lembrança, a GEOComunidade do ufólogo Milton Aloísio, um amigo mineiro de Pará de Minas, Minas Gerais, onde estou até hoje. É de boa estada, um bom local de estudos e amizades, onde relatar é além do que se fazer ouvir, é conviver intensamente a realidade de Ovnis, Ufos, e Uaps. Contribui para essa boa estada o contraditório necessário do site Ceticismo Aberto, de Kentaro Mori. Os logos dessas entidades, GEO, CUB, e Ceticismo Aberto, permanecerão nesse Blog como forma de lembrar o intenso debate que a Ufologia merece: o sem danos intelectuais por divergências. Afinal, a procura é comum. Misteriosos aos que não os encontraram, ou por eles não foram encontrados, eles vivem entre nós sem sabermos sua origem, e como poderão mudar a humanidade se assim decidirem. O que escrevo aqui é uma transcrição do que está hospedado em ambas comunidades."

José Américo ainda reproduziu em seu blog, in totum, o tópico criado na nossa comunidade, falando sobre suas experiências ufológicas, a seguir transcrito:

"RELATOS DE UM EXPERIENTE COMANDANTE DA AVIAÇÃO CIVIL

Por Milton Aloísio de Oliveira, 20/04/2007

José Américo C. Medeiros, 60 anos, membro desta GEOcomunidade, é piloto civil aposentado, com mais de 16.000 horas de vôo. Tendo trabalhado na VARIG e VASP, onde operou aeronaves do tipo B-737, 707 e 727, o experiente comandante viveu situações relevantes e significativas envolvendo o fenômeno OVNI.


Boeing 707 - Um dos modelos já pilotados por JA.

De peito aberto, com coragem e abnegação - que devem ser reconhecidas e respeitadas – torna públicas suas idéias sobre o fenômeno, revela os bastidores vividos pelos profissionais privados da aviação no tocante aos OVNIS e, além, fala de casos importantes dos quais viu ou participou.

'Sei de muitos acontecimentos ocorridos com colegas de vôo, mas pertencem a eles, não poderia ultrapassar a fronteira do que, ou como, vêem e gostariam de divulgar. Mesmo pq há ainda muito preconceito e ironia a quem se propõe a divulgar fatos raros, ainda não assimilados de forma categórica pela ciência, ou prova ocular coletiva. Pilotos de linhas regulares se fecham pela possibilidade de terem as suas profissões cortadas, mesmo após a manifestação pública do Ministro da Aeronáutica, Moreira Lima, confirmando eventos reais na famosa noite dos OVNI'S', declara.

Ao descrever os motivos que o levaram a tornar públicas tais experiências, diz:

'Eu apenas lamento que simples relatos sejam vistos como sensacionalistas, ou desvios de caráter compensatórios por idade avançada e outras definições do gênero. Não escrevo para que alguém acredite, ou modifique as suas concepções sobre qualquer assunto, não tenho tanta pretensão. Apenas pretendo compartilhar experiências em um site destinado ao estudo ufológico, o que poderá interessar a alguns. Como toca em um assunto psicológico e filosófico, cabe-me dizer-lhe que minhas relações com a minha futura morte são amigáveis, em nada modificando, ou perturbando a minha fase atual, antes, remete-me a uma saudável esperança de continuidade. Acredite-me, uma pessoa de 60 anos pode ser tão jovial e esperançosa, feliz, ou masturbatória quanto qualquer outro de tenra idade, talvez o seu caso.', referindo-se a uma pergunta de um membro da GEO.

Deixa antever, entre linhas, que a convivência do meio aeronáutico com o fenômeno OVNI é mais corriqueira do que se imagina. São suas as palavras:

'Outros fatos aconteceram, mas não tão flagrantes, ou apenas confidências de outros colegas de vôo. Certamente muitos estão por aqui, como leitores. Quem sabe se resolvem a postar suas experiências também? A aviação é rica em encontros com o inusitado. Mas um baú cerrado à 7 chaves'.

José Américo ainda comentou sobre diversas conversações ocorridas com o Cindacta, envolvendo OVNIS. Vejam a seguinte:

'Em uma das ocasiões, o radar do Cindacta nos afirmou que o objeto havia atingido velocidades superiores a 3000 Km antes de estacionar, velocidade zero, a 30 km para dentro do mar, junto à Restinga da Marambaia, RJ. E lá ficou, por muito tempo. Na última conversação com o Cindacta nos foi dito que o objeto permanecia na sua posição estacionada. Várias aeronaves de Sta. Cruz, Base Aérea da FAB, no Rio de Janeiro decolaram para interceptá-lo. Essa nave brincou muito com a aeronave da Transbrasil, à nossa frente, e que se destinava a Guarulhos. Data? Creio que em 1977. Mas seus efeitos ocorreram já em nossa decolagem no Galeão, pista 14, B-737-200, Varig, quando todos os nossos equipamentos de comunicação silenciaram, inexplicavelmente. Quando retornamos ao contato bilateral com o APP-RJ, já escutamos o diálogo do Transbrasil e controle. Só víamos uma luz em alta velocidade,e o assombro dos tripulantes da congênere”. Esse evento foi matéria do programa "Fantástico", com a transcrição radiofônica entre aeronaves e Cindacta Brasília. Sinto-me um tanto pequeno e saudoso ao escutá-la'.


Rio de Janeiro - ponto de início de uma de suas experiências.

Sobre o mesmo caso, ainda complementou o Comandante:

'No relato que comentei a brincadeira de "gato e rato" de uma nave desconhecida com uma aeronave da Transbrasil, o que me marcou muito foi a completa perda da comunicação eletrônica em nossa aeronave, VHF's, UHF's e transponder. Isso bate com as afirmações de que a proximidade de tais naves geram campos magnéticos que bloqueiam emissões de rádio e eletrônicos em geral. Nosso vôo, Rio - Pôrto Alegre, decolou do Galeão 3 minutos após o Transbrasil, utilizando-se a mesma pista, e o mesmo perfil de subida. A perda da comunicação ocorreu após a decolagem, nem escutamos a orientação da torre de comando (TWR). Passamos para a frequência do Contrôle de Subida (APP) e nada... Mantendo o perfil da subida autorizada, somente conseguimos contactar o Centro de Contrôle de Brasília, Cindacta, quando + ou - cruzando o nível 200 (20.000 pés). Nesse momento começamos a perceber o diálogo do Transbrasil com o Cindacta sobre o fato. Ouso duvidar da minha afirmação que a nave afastava-se em velocidades superiores a 2 ou 3000 km/h, talvez fosse mais. Realmente foi uma brincadeira de "gato e rato", pois a nave escolheu o Trans para ficar ora em sua cauda, ora à direita, ou esquerda de sua aeronave, rumando, algumas X para o alto-mar e voltando. Da nossa posição víamos apenas uma luz intensa, com movimentos absurdos para uma aeronave, além da velocidade. Depois o Trans iniciou descida para Congonhas, seu destino, e nós continuamos em rota para Pôrto Alegre. À nossa pergunta, quando trocamos de frequência Cindacta no través de CWB - Curitiba, o controlador respondeu: - Está estacionado em alto mar, velocidade detectada ZERO, altitude não definida, través (ao lado) da Restinga de Marambaia'."

Vale à pena conferir os sempre oportunos e inteligentes lançamentos do Comandante José Américo em seu blog, no endereço http://ufos1000.zip.net/index.html

 

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