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Aviação & Ovnis

Brincadeira de "gato e rato" com uma aeronave da Transbrasil
Por José Américo*


“Em uma das ocasiões, o radar do Cindacta nos afirmou que o objeto havia atingido velocidades superiores a 3000 Km, antes de estacionar, velocidade zero, a 30 km para dentro do mar, junto à Restinga da Marambaia - RJ.

E lá ficou, por muito tempo. Na última conversação com o Cindacta nos foi dito que o objeto permanecia na sua posição estacionada.

Várias aeronaves de Sta. Cruz, Base Aérea da FAB, no Rio de Janeiro decolaram para interceptá-lo. Essa nave brincou muito com a aeronave da Transbrasil, à nossa frente, e que se destinava a Guarulhos.

Data? Creio que em 1978.

Mas seus efeitos ocorreram já em nossa decolagem no Galeão, pista 14, B-737-200, Varig, quando todos os nossos equipamentos de comunicação silenciaram, inexplicavelmente. Quando retornamos ao contato bilateral com o APP-RJ, já escutamos o diálogo do Transbrasil e controle.
Só víamos uma luz em alta velocidade,e o assombro dos tripulantes da congênere”.
- Sobre o mesmo caso, ainda complementou o Comandante José Américo:

“No relato que comentei a brincadeira de "gato e rato" de uma nave desconhecida com uma aeronave da Transbrasil, o que me marcou muito foi a completa perda da comunicação eletrônica em nossa aeronave, VHF's, UHF's e transponder. Isso bate com as afirmações de que a proximidade de tais naves geram campos magnéticos que bloqueiam emissões de rádio e eletrônicos em geral.
Nosso vôo, Rio- Pôrto Alegre, decolou do Galeão 3 minutos após o Transbrasil, utilizando-se a mesma pista, e o mesmo perfil de subida. A perda da comunicação ocorreu após a decolagem, nem escutamos a orientação da torre de comando (TWR).

Passamos para a frequência do Contrôle de Subida (APP) e nada.
Mantendo o perfil da subida autorizada, somente conseguimos contactar o Centro de Contrôle de Brasília, Cindacta, quando + ou - cruzando o nível 200 (20.000 pés). Nesse momento começamos a perceber o diálogo do Transbrasil com o Cindacta, sobre o fato.
Ouso duvidar da minha afirmação que a nave afastava-se em velocidades superiores a 2 ou 3000 km/h, talvez fosse mais.

Realmente foi uma brincadeira de "gato e rato", pois a nave escolheu o Trans para ficar ora em sua cauda, ora à direita, ou esquerda de sua aeronave, rumando, algumas X para o alto-mar e voltando.
Da nossa posição víamos apenas uma luz intensa, com movimentos absurdos para uma aeronave, além da velocidade.

Depois o Trans iniciou descida para Congonhas, seu destino, e nós continuamos em rota para Pôrto Alegre.
À nossa pergunta, quando trocamos de frequência Cindacta no través de CWB - Curitiba, o controlador respondeu: - Está estacionado em alto mar, velocida detectada ZERO, altitude não definida, través da Restinga de Marambaia”.

José Américo C. Medeiros, 60 anos, membro desta GEOcomunidade, é piloto civil aposentado, com mais de 16.000 horas de vôo. Tendo trabalhado na VARIG e VASP, onde operou aeronaves do tipo B-737, 707 e 727, o experiente comandante viveu situações relevantes e significativas envolvendo o fenômeno OVNI.

Fonte: comunidade GEO-Grupo de Estudo dos OVNIS

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